Livraria Cultura

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O tempo e eu...

Ampulheta...Também conhecido por relógio de areia, a sua invenção é atribuída a um monge de Chartres, de nome Luitprand que viveu no século VIII. No entanto as primeiras referências deste tipo de objeto aparecem apenas no século XIV. È formada por dois cones ocos de vidro, unidos pelo gargalo, de modo a deixar passar a areia de um para outro num determinado intervalo de tempo, através de um orifício. Para proteger o conjunto era usada uma armação de madeira ou latão. Mais tarde as ampulhetas foram feitas de uma só peça de vidro com um orifício para passagem da areia.

O acerto era necessário e fazia-se com o astrolábio ao meio-dia, através do sol, quando o tempo o permitia. No século XVI, os relógios mecânicos iniciavam a sua história. Esses relógios não tinham ponteiros e não mediam minutos ou segundos, pois para esse fim, usavam-se as ampulhetas. Apenas no final do século XVI, quando Galileu Galilei associou o princípio do pêndulo ao relógio, os minutos e segundos começaram a ser marcados mecanicamente. A partir do fim do século XV, foram feitos os primeiros relógios portáteis, que, ao menos em teoria, poderiam solucionar o problema de medição do tempo em alto mar


Desde a Antigüidade os navegadores sabiam que, para determinar a latitude durante o dia, bastava observar a posição do sol e sua altitude em relação ao horizonte. E desde o século XIII, sabiam que, durante a noite, era necessário observar a posição de certas estrelas, como a Estrela Polar. Por isso os navegantes dos séculos XV e XVI, que viajaram mais longe do que qualquer outro, até então, desenvolveram ao máximo a observação dos céus e os conhecimentos astronômicos, revelando neste período grandes nomes ligados a esta área e ao desenvolvimento tecnológico das observações, como Nicolau Copérnico, Leonardo da Vinci, Johannes Kepler.


A areia usada nas ampulhetas podia ser branca ou vermelha, desde que fosse fina, seca e homogênea. Além de areia podia-se também utilizar cascas de ovo moídas, pó de mármore, pó de prata, e pó de estanho misturado com um pouco de chumbo. Este último, aconselhado para as ampulhetas de 24 horas. A vida a bordo era regulada por este instrumento. Existiam ampulhetas para tempos de uma, duas ou mais horas, mas as mais usadas eram as de meia hora, também conhecidas por relógio. Ao virar a ampulheta, o marinheiro tocava o sino: uma badalada às meias horas e pares de badalada correspondentes a cada quatro horas. Um par à primeira, dois à segunda, etc.


A precariedade da medição do tempo foi a principal dificuldade na delimitação da longitude que era obtida por estimativa, a partir da distância/rumo percorrida pelo barco. A velocidade necessária para o cálculo era obtida com uma barquinha (aparelho destinado a medir a velocidade de um barco). Um pedaço de madeira, de forma triangular preso por um cabo marcado com nós espaçadamente, que se deixava correr por um determinado período de tempo. Daí o nome de "nó" atribuído à unidade de velocidade de uma embarcação. A delimitação da latitude era um problema encontrado pelos navegadores.(http://www.museutec.org.br)

A ampulheta é, com o quadrante solar e a clepsidra, um dos meios mais antigos de medir o tempo. (wikipédia)

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Medir o tempo... desperta a minha imaginação.

O tempo e eu, parei.
Parei para pensar!
Parar...
Mas, o tempo não pára.
E eu?
Nunca, minha alma vive
em constante mudança.
Transformando pensamentos,
Melhorando atitudes,
Aperfeiçoando conhecimentos.
Em constante busca do amor.
Deus acima de tudo, guiando
meus passos e preces.

Beijos...uma quarta-feira abençoada e iluminada!

sábado, 3 de abril de 2010

Mensagens Para Orkut

Mensagens Para Orkut

Páscoa...esperança e renascimento!!!

Páscoa...momento de reflexão, precisamos lembrar
que existe um Deus capaz de morrer para nos salvar.
Momento de renascimento e renovação para uma
nova vida de Fé.
Beijos recheados de chocolates!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Sou apaixonada por Girassol, e sempre me encanto com o assunto. Vivo em busca do sol, do calor e do amor. Bjos























Há muito tempo atrás havia ao norte do Amazonas uma tribo de índios chamada Ianomâmi

O feiticeiro também o chefe religioso da tribo, sempre reunia os curumins, em volta da fogueira para contar-lhes velhas lendas da tribo.

O pajé muito esperto sentia que as crianças adoravam suas histórias e quando as contava, notava em seus rostinhos o brilho dos olhos denunciando o interesse e a participação na vivência.

Contava que certa vez em sua tribo nascera uma indiazinha de cabelos claros, quase dourados. Foi um verdadeiro reboliço na tribo, pois nunca haviam visto coisa assim. Foi chamada de Ianaã, que queria dizer a deusa do sol.

Todos a adoravam, os fortes e mais belos guerreiros da tribo e da vizinhança também, não resistiam aos seus encantos. Mas ela os recusava dizendo ser ainda muito cedo para assumir compromisso.

Um dia, estava ela alegremente brincando e nadando no rio, quando sentiu que o sol lhe enviava raios como se fossem grandes braços acariciando levemente sua pele dourada. Só agora, o sol havia tomado conhecimento daquela figurinha tão linda e se apaixonou perdidamente por ela.

Ianaã também sente se atraída por ele, e todas as manhãs ela esperava o nascer do sol toda feliz. Ele ia aparecendo aos poucos e o seu primeiro sorriso e os raios dourados e morninhos eram para ela.Era como se dissesse: _Bom dia, minha flor!

Por onde ela passava os pássaros voavam e pousava sobre seus ombros, ela os beijava e os chamava de amiguinhos.

Um dia a pequena índia ficou muito triste e adoeceu, quase não saia de sua choupana. O sol apaixonado fazia de tudo para alegrá-la, tudo era em vão. Ela morreu.

A mata ficou em silêncio, o sol deixou de aparecer, tudo se transformou em tristeza na aldeia.

O povo da tribo chorou muito. Enterraram Ianaã perto do rio que tanto amava.

O sol derramou muitas lágrimas até que decidiu aquecer a terra onde sua amada estava sepultada.

Depois de vários meses, nasceu uma planta verdinha que foi crescendo e abriu uma grande flor redonda com suas pétalas amarelas e ao centro formada por sementes escuras, que ficava voltada para o sol desde ao amanhecer até o seu crepúsculo vespertino, e à noite ela se pendia para baixo como se quisesse adormecer. Acordando no início do novo dia pronto para adorar o sol e por seus raios ser beijada e acariciada. Suas sementes seriam o alimento para os seus queridos amiguinhos.

Essa flor tão bela recebeu da tribo o nome de Girassol.


http://www.artigonal.com - Neuza Razza
Pedagoga – professora do ensino fundamental e médio.

O Tempo




A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana