Livraria Cultura

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Falando sobre estilistas famosos. Hoje...BALENCIAGA (1895-1972)

Cristóbal Balenciaga nasceu em 1895 na região Basca espanhola. Descoberto aos 12 anos, desenhou um vestido para uma marquesa, e foi convidado para ser aprendiz de alfaiate em Madri. Aos 20 e poucos, já tinha sua casa de alta-costura. Aos 52, mesmo tendo clientela fiel em Madri, muda-se para Paris. Lá, apresentou sua primeira grande coleção, muito bem recebida. Atraiu celebridades e damas da sociedade, que corriam para o nº 10 da Avenida George V em busca do corte e acabamento perfeitos do estilista. Habilidoso, desenhava, cortava e costurava com perfeição as peças com o ar dramático que definiu seu estilo. Criou modelos de festa incríveis, abrigos de chuva impermeáveis e uma variedade infinita de vestidos, boleros, e outras peças. O auge veio nos anos 50 e no final da década lança sua versão do terninho feminino, com paletó curto e saia de cintura alta. Encerrou a carreira em 1968, após criar uniformes para a empresa aérea Air France e lançar uma última coleção. Aposenta-se e volta à Espanha, depois de mais de 30 anos de sucesso e inovação na moda. Uma cliente, a Condessa Mona Bismark, chegou a se trancar em casa por três dias de tanto desgosto ao saber da aposentadoria do arquiteto da moda. Balenciaga morre em 1972 e seu nome só reaparece em 1978, na aquisição da marca por um grupo financeiro. Em 1995, o estilista Nicolas Ghesquière chegou para cuidar dos acessórios da marca e seu talento o levou à direção da criação, dois anos depois. Em 2001, Ghesquière comprou a Balenciaga em parceria com o grupo Gucci, e a dirige com pulso firme, revivendo o prestígio e respeito que a casa teve em seus anos dourados. 
Vestido de noiva de uma só costura, criado por Balenciaga em 1967.
Imagem internet


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Eu ergo a Bandeira Branca da Paz...E você?

A você dedico meu coração.
Você vai pensar, porquê?
Pense comigo: O que temos de mais sagrado não são os nossos sentimentos?
Fé, Amor, Carinho, Ternura, Alegria, Tristeza, Rancor, Dor, Solidão, Prazer, Imaginação....somos movidos por milhões de sentimentos.
Diante de tanta frieza, amargura, tragédia, violência, desapego...ocorrendo a nossa volta, rondando nossos lares, nossas vidas, famílias e amigos, o melhor que podemos fazer é dedicar o nosso melhor.
Dedico a você, que pode dedicar a outra pessoa...e assim sucessivamente.
Com Deus, acima de tudo, guiando nossos passos, nossos melhores sentimentos podem e fazem a diferença.
Precisamos enxergar o mundo com bons olhos, de coração aberto e termos disposição para nos doarmos. Não podemos acreditar que Jesus sofreu, foi humilhado na cruz, por nada.
Quero a certeza que a sementinha do bem está plantada dentro do coração de cada um de nós.
Estamos precisando apenas de mais água, luz, calor, adubo e amor.
Acredite, não é sonho, ou utopia minha é a FÉ QUE MOVE E REMOVE MONTANHAS, que me move, me toca para continuar acreditando.
Desculpe-me pelo desabafo, ou pelo apelo, mas é que eu acho a vida maravilhosa, o mundo tão belo, e  me recuso a  acreditar que nós, seres humanos falhos e pecadores, vamos fazer tudo isso acabar em dor.
Jesus nos ensinou o perdão, somos perdoados constantemente por Ele, precisamos nos permitir sermos restaurados e modificados, para transformamos a realidade.
Precisamos reagir e agir, acreditar que cada um nós tem o dom da transformação e podemos fazer a diferença. Dedique seus melhores sentimentos a tudo e a todos e você vai sentir a diferença.

Eu ergo a bandeira branca. A bandeira branca da 

Paz.






E você?

poema de Cora Coralina.........Das pedras

Rua de Perugia - Itália
Imagem internet
Ajuntei todas as pedras
Que vieram sobre mim
Levantei uma escada muito alta
Eno ato subi
Teci um tapete floreado
E no sonho me perdi
Uma estrada,
Um leito,
Uma casa,
Um companheiro,
Tudo de pedra
Entre pedras
Cresceu a minha poesia
Minha vida...
Quebrando pedras
E plantando flores
Entre pedras que me esmagavam
Levantei a pedra rude dos meus versos.


Auguste Rodin...


...era um francês escultor . Apesar de Rodin é geralmente considerado o progenitor da escultura moderna, [ 1 ] que ele não partiu para se rebelar contra o passado. Ele foi educado tradicionalmente, teve uma abordagem artesão-como a sua obra, e pediu o reconhecimento académico, [ 2 ] embora ele nunca foi aceito na escola mais importante de Paris de arte.
Escultural, Rodin possuía uma capacidade única para modelar um complexo, superfície, turbulento profundamente embolsou em argila . Muitas de suas esculturas mais notáveis ​​foram bastante criticado durante sua vida. Eles entraram em confronto com a tradição predominante figura escultura, em que obras foram decorativo, estereotipada, ou altamente temática.
Trabalho mais original de Rodin partiu de temas tradicionais da mitologia e alegoria , modelado o corpo humano com realismo , e comemorou o caráter individual e fisicalidade. Rodin foi sensível à controvérsia em torno de seu trabalho, mas se recusou a mudar seu estilo. Sucessivas obras trouxe favor crescente do governo e da comunidade artística.
Do realismo inesperada de sua primeira grande figura - inspirado por sua viagem à Itália 1875 - para os memoriais não convencionais cuja comissões ele procurou mais tarde, a reputação de Rodin cresceu, de tal forma que ele se tornou o escultor francês proeminente de seu tempo. Em 1900, ele era um artista de renome mundial. Ricos clientes privados procuraram trabalho de Rodin depois de sua Feira Mundial de exposição, e ele fazia companhia com uma variedade de alto perfil intelectuais e artistas. Ele se casou com seu companheiro ao longo da vida, Rose Beuret, no último ano de vida de ambos. Suas esculturas sofreu um declínio na popularidade após a sua morte em 1917, mas dentro de algumas décadas, o seu legado solidificado. Rodin continua a ser um dos poucos escultores conhecidos fora da comunidade das artes visuais.
Rodin O Pensador (1879-1889) está entre as obras mais reconhecidas de toda a escultura.
imagem - wikipedia

Fonte - http://en.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodin