Parabéns aos nutrionistas, eles são orientadores e educadores, conscientizando a população que uma alimentação saudável gera um qualidade de vida melhor, com muito mais saúde.
Aproveitando o dia, vou falar da sememte do momento - Linhaça.
A linhaça é a a semente do linho (Linum usitatissimum), muito utilizada em culinária, sendo consumida com casca e dela se extrai o óleo de linhaça, que é rico em Ómega 3, Ómega 6 e Ómega 9. Além disso, o óleo de linhaça é usado na indústria cosmética e em farmácias de manipulação.
Outros usos do óleo de linhaça incluem a fabricação de linóleo e a diluição de tintas a óleo para pinturas de telas.
Os relatos mais antigos da semente da linhaça são datados de 5000 anos antes de Cristo, na Mesopotâmia. Foram até encontrados desenhos da semente em tumbas faraónicas, o que comprova o uso desta herbácea desde a antiguidade.
Mesmo sendo originária da Ásia, seus benefícios foram difundidos pelo mundo todo, e seu consumo é muito comum na América do Norte e em países europeus.
A semente de linhaça é considerada um alimento funcional, pois, além de ter suas propriedades nutricionais básicas, tem propriedades preventivas graças aos compostos antioxidantes e anticancerígenos.
Propriedades Medicinais
Sementes de LinhaçaA semente de linhaça tem cerca de 39% de óleo em sua composição. Seu óleo é um dos alimentos mais rico em Ômega 3 da natureza (cerca de 57%) e de Ômega 6. A relação ideal entre Ômega 3 e Ômega 6 é de 1:4 respectivamente, enquanto o óleo vegetal de linhaça apresenta uma relação de 1:3, muito próxima do ideal. Essa presença balanceada entre o Ômega 3 e o Ômega 6 permite a produção das prostaglandinas, que são corpos biologicamente muito ativos e importantes que agem como removedoras do excesso de sódio nos rins, diminuindo assim a retenção de líquidos, o que alívia os sintomas do período pré-menstrual. A alta taxa de Ômega 3 faz da linhaça um alimento de cárater preventivo à saúde, sendo um importante agente antioxidante e renovador celular.
Além disso, a linhaça é a maior fonte alimentar de lignanas, um fitoesteróide que "imita" a ação do estrógeno. A lignana é muito importante no período da menopausa, quando as taxas desse hormônio são baixas, sendo ela um importante agente natural na reposição desse hormônio. A lignana "engana" os receptores de estrógeno e se acopla a eles. Tratando-se de um óleo vegetal natural, os fitoesteróides têm uma ação fraca em relação ao estrógeno, não tendo ação negativa sobre o tecido mamário. Sendo assim, a lignana é uma substância importante na prevenção do câncer de mama, por neutralizar a ação do estrógeno sobre esse tecido. Existem alguns relatos de indução de icterícia, e reacções exantemáticas, possivelmente relacionadas com a dose e consumo exagerado.
O óleo da linhaça tem na maior parte da sua composição gorduras poliinsaturadas não produzidas pelo corpo. Veja a porcentagem de gorduras do óleo de linhaça:
Tipos de Gorduras %Total de Gorduras
Gorduras Saturadas 9%
Gorduras Monoinsaturadas 18%
Gorduras Polinsaturadas Ômega-3 -- 57%
Ômega-6 -- 16%
A sua constituição ainda conta com uma alta taxa de fibras solúveis (ideal como laxante e auxiliar na digestão), vitaminas B1, B2, C, E, caroteno, ferro, zinco, alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
Estudos mostram que é boa para os diabéticos, pois estabiliza os níveis de açúcar no sangue e também é uma auxiliar para a prevenção da obesidade, pois ela ativa mais o metabolismo.
fonte: Wikipédia
Livraria Cultura
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
"Na arte só uma coisa importa: aquilo que não se pode explicar." - Georges Braque

Georges Braque nasceu no dia 13 de maio de 1882 e faleceu no dia 31 de agosto de 1963). Foi um pintor e escultor francê que junto com Pablo Picasso inventaram o cubismo.Braque iniciou a sua ligação às cores na empresa de pintura decorativa de seu pai. A maior parte da sua adolescência foi passada em Le Havre, mas no ano de 1899, mudou-se para Paris onde, em 1906, no Salão dos Independentes, expôs as suas primeiras obras no estilo de formas simples e de cores puras (fauvismo).
No Outono de 1907, conheceu Picasso com quem se deu quase diariamente até que em 1914, devido à Grande Guerra se separaram.
Braque foi mobilizado e ferido na cabeça em 1915, tendo sido agraciado com a Cruz de Guerra e da Legião de Honra. Durante dois anos, devido ao ferimento esteve afastado da pintura.
fonte: wikipedia
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Sexta-feira á tarde...nada como um acarajé...quente...com sabor da Bahia
Ingredientes:
2 kg de feijão fradinho;
3 dentes de alho;
Azeite de dendê para fritar
Sal a gosto.
Sirva com pimenta, vatapá, caruru, camarão seco e
salada de tomate verde, cebola e coentro.
modo de fazer:
Coloque o feijão fradinho de molho em água fria de um dia para o outro. Guarde a água.
Quando o feijão começar a inchar, lave-o com água fria até soltar toda a casca.
Moer o feijão sem casca (em moinho especial/processador/liquidificador) com a água reservada até formar uma massa branca espessa e acrescente o alho previamente moído e o sal.
Aquecer frigideira ou tacho com quantidade suficiente de azeite de dendê para cobrir os bolinhos de acarajé enquanto são fritos.
3 colheres de sopa de massa para fazer os bolinhos
Frite em azeite de dendê bem quente virando-os uma única vez. Os bolinhos devem ficar com uma tonalidade avermelhada por fora e claro por dentro.
Para servir os bolinhos parta cada um ao meio sem separar as partes. Coloque dentro vatapá, caruru, camarões seco e para quem gosta molho forte de pimenta.
Obs.: Fique sempre batendo a massa que restou, enquanto frita, para que ela não fique águada.

Hum que gostoso....Bom demais!!!
2 kg de feijão fradinho;
3 dentes de alho;
Azeite de dendê para fritar
Sal a gosto.
Sirva com pimenta, vatapá, caruru, camarão seco e
salada de tomate verde, cebola e coentro.
modo de fazer:
Coloque o feijão fradinho de molho em água fria de um dia para o outro. Guarde a água.
Quando o feijão começar a inchar, lave-o com água fria até soltar toda a casca.
Moer o feijão sem casca (em moinho especial/processador/liquidificador) com a água reservada até formar uma massa branca espessa e acrescente o alho previamente moído e o sal.
Aquecer frigideira ou tacho com quantidade suficiente de azeite de dendê para cobrir os bolinhos de acarajé enquanto são fritos.
3 colheres de sopa de massa para fazer os bolinhos
Frite em azeite de dendê bem quente virando-os uma única vez. Os bolinhos devem ficar com uma tonalidade avermelhada por fora e claro por dentro.
Para servir os bolinhos parta cada um ao meio sem separar as partes. Coloque dentro vatapá, caruru, camarões seco e para quem gosta molho forte de pimenta.
Obs.: Fique sempre batendo a massa que restou, enquanto frita, para que ela não fique águada.

Hum que gostoso....Bom demais!!!

AQUÁRIO
Silente e impassível
o mar
navega sua beleza
em preguiçosas caudas
e barbatanas velozes,
ilumina-se em translúcidas medusas
e na cromática simetria das escamas.
Refrata a luz e a vida
no remanso submerso das águas,
em seus relicários de pérolas
e no balé itinerante dos cardumes.
Mar, ó mar…
escondeste teus íntimos mistérios
na pressão insuportável dos abismos
nessas paisagens indevassáveis da vida
onde transitam feições primordiais jamais iluminadas.
Abres, contudo, as pálpebras da aurora
e o sol emerge do teu ventre qual fornalha ardente
e na superfície das águas
ilumina tua face absoluta
nesta horizontal extensão do azul
nesta planície sulcada de quilhas e naufrágios
onde se agitam as caudas gigantescas das jubartes
e as asas serenas do albatroz.
Teus brancos litorais abraçam a Terra
desde sempre marejados pelo teu íntimo palpitar.
Tuas marés redesenham os cinturões de areia
e delimitam teu espaço inconquistável.
Os manguezais invadidos retratam teus domínios.
Contra teu furor levantam-se falésias
fiordes verticais e punhais de granito.
Edificas tua linha de recifes,
teus castelos de corais,
cultivas teus jardins de algas e sargaços
onde mandíbulas poderosas,
venenos e descargas fulminantes,
ditam teu código submerso.
Mar, ó mar
transparente beleza de flores e de frutos
território enigmático de vidas e silêncio
abismo onde flutuam os sobreviventes
sudário de todos os náufragos.
Mar azul
chamo-te água absoluta
porque absoluta é a tua sedução
a tua irresistível espuma
a mobilidade do teu ritmo
tua incessante sinfonia
teu eloqüente silêncio.
E contudo…
diante do etérico oceano…
diante dessas deslumbrantes ilhas estelares…
tu és apenas um úmido ponto no infinito
um aquoso respingo
minúsculo aquário
um minuto ondulante na eternidade
há bilhões de anos se espraiando
nessa gota salgada suspensa no universo.
MANOEL DE ANDRADE

Curitiba, março de 2004
Este poema consta do livro “Cantares”, editado por Escrituras
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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